Quem nunca teve vontade de sumir?
Desaparecer por uns instantes, tirar tudo da mente, esvaziar-se das preocupações, esquecer-se dos planos, dos medos, de tudo.
Pois é... Muita gente passa por isso quando está tendo uma crise no relacionamento. E quando eu digo relacionamento não digo somente o relacionamento amoroso. Pode ser relacionamento entre amigos, entre família, entre seu cachorro, seu gato, e principalmente entre você e a pessoa mais importante da sua vida: você mesma.
Quando a gente se desaponta é a pior coisa que pode acontecer, pois sofremos de ambos os lados: somos a pessoa que desaponta e a pessoa que se sente desapontada.
Isso ocorre por diversas razões, mas elas não são o foco da reflexão. O que importa é que, quando nos sentimos mal, temos vontade de sumir, de não ver ninguém, de ficar sozinhos refletindo sem televisão, sem rádio, sem família, sem amigos, sem nada exceto aquela vontade: sumir.
Muitos podem pensar que isso é horrível, que é indicio de depressão, de problemas mentais e quando você menos espera já começam a tirar do bolso cartões de psicólogos, psiquiatras, receitas de remédios, folhetos de aulas de yoga, meditação, thai-chi chuan e o caralho a quatro.
Mas o que as pessoas não percebem é que isso é normal. É bom ter um tempo pra pensar, pra ficar triste por ter se desapontado, pra ficar com raiva de si mesmo, e depois se perdoar, se entender, se conhecer, respirar e, principalmente refazer planos. Você é o chefe de você mesmo, então se permita refazer os planos, se permita mudar de idéia e ver que esse não é o caminho, se conheça e o mais importante: se faça feliz.
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