Mais um dia que você está junto do cara que você gosta e não pode "fazer nada". Vocês estão um de frente para o outro e sua cabeça levanta voo, começa então algo inesplicável, automático, o efeito câmera.
A noite corre quando vocês estão juntos, as horas parecem que não querem te dar uma chance, ou mesmo um tempinho de verdade. Tudo começou com telefonemas, e cada vez que ele desligava você o xingava, mas sabia que seu coração estava pulando de alegria por poder encontrá-lo. Mais tarde vocês se encontram, tudo rola perfeitamente bem. Você fica meio bêbada, afinal de contas, nunca esta em seus planos ter que lidar com o fato de ser apenas amiga dele.
Porém, você só repara que guardou aquele momento e todos os detalhes perfeitamente bem quando chega em casa, mais especificamente quando deita em sua cama. Você percebe que seus olhos ficaram como câmeras captando cada segundo, cada detalhe dele, só prar essa hora você gastar meia hora pra tentar se dar alguma esperança.
Os sorissos, o olhar, tudo gravado e passa a ser material de estudo. Você acaba a noite sorrindo, mesmo sem ter certeza de nada e sem acreditar muito em tudo aquilo. O que nos faz sair e agir assim, é a crença de que quando o cara quiser realmente alguém, e sair dessa de "check ass in streets", você será a primeira da lista dele a ser testada/escolhida.
Pode ser que aconteça, porque por mais cega que você esteja, (pelos sentimentos e pela esperança) você conhece a pessoa que você esta lidando. Capaz que as lidas por entre os sorissos e os olhares esteja correta, não perdemos muito em acreditar, afinal a fé não move montanhas? Mover um babaca até você não deve ser tão difícil!
sábado, 6 de fevereiro de 2010
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